Nossos três freios: medo, vergonha e culpa

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Nos se­res humanos, o medo da represália (ou da punição divina) às vezes constitui a única barreira entre fazer e deixar de fazer.
A razão poderá introduzir freios mais elaborados, modificando o jeito de ser e de agir, mas esses freios não existem em todas as pessoas.

Os três principais “freios” que orientam nossos comportamentos e nos fazem agir dentro de determinadas barreiras são o medo, a vergonha e a culpa. Algumas pessoas se baseiam tanto nestes freios que se tornam extremamente rígidas, não tem habilidades que os toram capazes de lidar com situações novas.

Outras pessoas, ao contrário, sequer fazem uso de algum desses freios, o que também é ruim na vida em sociedade. A questão está em encontrar o equilíbrio em entender quando é preciso fazer uso de cada um desses limitadores e quando é preciso se abrir para o novo, ser flexível.

Nossos freios morais vão desde os mais primitivos, como o medo das represálias físicas – as crianças passa a se comportar dentro de certos limites por medo de ser castigada pelos pais, por exemplo, passando ainda pelo medo das punições divinas, tornando-se mais elaboradas.

Também temos os freios que correspondem à vergonha: medo de não ser aceito, de ser ironizado, de ser objeto de deboche. Além também da culpa, que ocorre quando a pessoa se responsabiliza por danos causados a outras pessoas, ao ambiente ou até a si mesmo.

Assista abaixo à explicação sobre nossos três freios e como as pessoas reagem a cada um deles:

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