Dr. Flávio Gikovate

Muitos homens têm medo de mulheres fortes

A grande maioria dos homens só se sente confortável ao lado de uma mulher que eles consideram mais fracas – ou menos – do que eles. Os critérios para esta avaliação são subjetivos e dependem da hierarquia de cada um.

A maioria gosta de ter controle financeiro sobre as suas mulheres, condição na qual sentem menos medo de serem abandonados. Muitos gostam de se sentir mais inteligentes, Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

O que é exatamente a Psicoterapia?

14 de julho de 2014 por Flávio Gikovate | 0 comentários

A psicoterapia é um termo genérico que engloba todos os tipos de tratamentos que visam ajudar as pessoas a se curarem de algum desconforto através do uso da palavra.

A primeira forma e a mais conhecida foi a Psicanálise, invenção genial de Freud do início do século XX, que mostrou-se uma estratégia ambiciosa e de relativa eficácia, até mesmo devido à sua morosidade e custos envolvidos, passando a ser substituída por outras técnicas de seus dissidentes.

Hoje, as técnicas caminham e têm convergido mais para formas breves de psicoterapia dinâmica, com uma matriz na psicanálise, e um outro grupo de técnicas que se chamam de terapias cognitivo-comportamentais.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Vaidade, agressividade e inveja

Estamos tratando de um dos aspectos mais intrigantes da nossa condição: nascemos diferentes uns dos outros e vivemos numa sociedade onde, inexoravelmente, algumas propriedades serão mais valorizadas do que outras.

Os critérios de beleza poderão variar de uma sociedade para a outra, de uma época para a outra. Porém, sempre algumas pessoas serão tidas como mais belas; e elas sempre serão poucas, visto que o que é menos frequente chama mais a atenção.

A inteligência sempre será valorizada e, quando especial, criará facilidades para Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

A adolescência e seus problemas

18 de junho de 2014 por Flávio Gikovate | 0 comentários

A adolescência é um período da vida muito especial, tanto quanto os primeiros anos da infância.

O corpo se torna adulto, enquanto a cabeça se mantém criança, ou seja, o lado psicológico não acompanha as dramáticas mudanças do corpo dadas pela revolução hormonal associada ao surgimento da sexualidade adulta.

É a fase em que os indivíduos lutam por sua independência, mesmo sem ter a devida competência para isso.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

A Realização Profissional e a Felicidade em Família

Pessoas felizes e realizadas no trabalho nem sempre conseguem transferir os bons resultados para o ambiente familiar. Muitas são as questões envolvidas e talvez uma das mais relevantes tenha a ver com a dinâmica conjugal; é a ela que vou me dedicar aqui. Também irei me ater, apenas para efeito de síntese, à condição mais frequente, qual seja a dos homens como os mais bem sucedidos profissionalmente. O maior problema, a meu ver, é que muitos deles não integram suas parceiras em suas atividades: Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Solidão também é bom

O pavor da solidão é algo presente em muitos de nós por razões que nem sempre são muito consistentes. Em primeiro lugar, ela costuma estar associada à dor que sentimos nos primeiros tempos depois de uma separação amorosa. É claro que nos habituamos ao aconchego que deriva de uma união, mesmo que problemática.

A dor derivada da ruptura não corresponde à solidão e sim a uma tristeza que deriva da transição de uma condição para a outra. A solidão corresponde ao estágio posterior, ou seja, ao modo como vivemos depois de ultrapassar Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Os gordos podem aprender com os magros

Não pretendo ser simplista e afirmar que existe um caminho único e fácil para se resolver a complicada questão da obesidade. Mas proponho uma inversão radical no modo de pensarmos a repeito do assunto. Em vez de nos atermos aos gordos e aos seus hábitos, que tal voltarmos nossa atenção para o modo de ser dos magros?

Os magros não sabem o que é passar o dia contando quantas calorias foram consumidas, pensando nos alimentos antes de ingeri-los, visitando a Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Amor versus Individualidade

Ao longo do segundo ano de vida, a criança vivencia enorme avanço em suas competências: aprende a andar, a formular as primeiras frases, aprimora suas aptidões motoras etc. Se até então seu maior prazer era ficar no colo da mãe, usufruindo da paz e aconchego similar ao que foi perdido com o nascimento e sentindo por ela aquilo que chamamos de amor, agora Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Café de Ideias 2013 – Palestra: Sexualidade sem fronteiras

17 de abril de 2013 por Flávio Gikovate | 1 Comentário

Evento: Café de Ideias 2013

Palestra: Sexualidade sem fronteiras

Realizada no Centro Cultural Oscar Niemeyer no dia 5 de abril de 2013, em Goiânia

Embora no século XX o surgimento da psicanálise e a revolução sexual tenham contribuído para aumentar as discussões em torno da sexualidade, poucos avanços ocorreram de fato nesse campo da existência humana. Preocupados com o desempenho; o número de relações sexuais por semana; a quantidade de orgasmos; a competência; a exuberância; homens e mulheres se perderam. Regras, dicas e normas se acumulam sem que percebamos que liberdade e obrigação definitivamente não combinam.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Gikovate defende mundo unissex e sem preconceitos

Para Gikovate, as pessoas devem ser orientadas pelo amor, e não só pelo desejo

Para Gikovate, as pessoas devem ser orientadas pelo amor, e não só pelo desejo

Um livro contra qualquer tipo de preconceito. É assim que o médico psiquiatra Flávio Gikovate define seu novo livro, “Sexualidade sem fronteiras”. Autor de mais de 30 livros, terapeuta e apresentador do programa “No Divã do Gikovate”, da rádio CBN, Gikovate defende que o ideal seria apenas falar de sexualidade, pondo fim ao uso dos termos hétero, homo ou bissexual.

Preconceito

É um livro, antes de tudo, contra o preconceito, qualquer tipo de preconceito. É impressionante como as questões sexuais ainda mobilizam preconceitos de toda ordem. Hoje vejo que até os homossexuais possuem preconceito contra Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Palestra Sexualidade Sem Fronteiras

8 de agosto de 2013 por Flávio Gikovate | 1 Comentário

Embora no século XX o surgimento da psicanálise e a revolução sexual tenham contribuído para aumentar as discussões em torno da sexualidade, poucos avanços ocorreram de fato nesse campo da existência humana.

Preocupados com o desempenho; o número de relações sexuais por semana; a quantidade de orgasmos; a competência; a exuberância; homens e mulheres se perderam.

Regras, dicas e normas se acumulam sem que percebamos que liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo.

No livro Sexualidade sem fronteiras, lançamento da MG Editores, Flávio Gikovate propõe um novo paradigma no que se refere à sexualidade.

O primeiro passo é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. É o clima lúdico que deve prevalecer nas relações sexuais.

Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia — consentida — que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar nossos interesses eróticos da forma como bem nos aprouver.

Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade — e sem fronteiras.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Dicas para mudar nosso jeito de pensar

8 de novembro de 2013 por Flávio Gikovate | 0 comentários

As pessoas parecem ser governadas por uma série de crenças, ideias pré-moldadas que ocupam um espaço enorme na subjetividade.

Curiosamente elas se apegam a esses modos de pensar como se fossem verdades mesmo quando os frutos são negativos…

Por que as pessoas não aprendem a buscar novas soluções para velhos problemas?

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Ser, Ter, Parecer, Aparecer

Em 1976, Erich Fromm publicou um livro cujo título, “Ter ou Ser”, indicava que estava em curso uma mudança fundamental. As alterações nos valores culturais acompanham, em geral com certo atraso, as que acontecem no plano dos avanços da tecnologia – especialmente quando eles estão diretamente ligados ao cotidiano da maioria dos cidadãos. Nosso “habitat” vem mudando drasticamente principalmente a partir da II Grande Guerra. Nós, humanos, interferimos continuadamente sobre o ambiente que nos cerca; depois temos que nos adaptar às mudanças que nós mesmos provocamos. Por vezes, levamos um susto com o que nos acontece, como se não fôssemos nós os causadores de tudo! Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Hábitos, Compulsões e Vícios

Falta muito para que possamos dizer que conhecemos os detalhes do funcionamento do psiquismo humano. O que é fato é que uma boa parte das nossas ações parecem governadas por um “piloto automático”: em muitos casos, agimos de forma automática; e reagimos a determinadas situações sem que necessitemos pensar acerca do que fazer.

Os movimentos que fazemos ao dirigir o carro são todos sincronizados e não exigem reflexão, assim como as reações que temos diante de um problema inesperado no meio do percurso que estamos realizando. Muitas vezes só nos conscientizamos de algo depois do ocorrido, como se, diante do susto, o piloto automático tivesse se desligado! Fazemos o mesmo ao escovar os dentes, ao nos movimentarmos durante o banho, Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

O consumismo da elite é desespero – Revista Época Negócios

“O consumismo da elite é desespero”

O psiquiatra Flávio Gikovate fala sobre as angústias da elite que frequenta seu consultório e o estresse do mundo moderno


9 mil pacientes atendidos, 1 milhão de livros vendidos e programa na cbn (Foto: João Mantovani)

Flávio Gikovate não tem um divã. Quando um paciente chega ao consultório dele, num dos endereços mais caros de São Paulo (a Rua Estados Unidos, nos Jardins), encontra primeiro uma fachada de cimento queimado com portas altas de correr. Depois, pode tomar café na recepção térrea, entre um jardim interno envidraçado e telas coloridas de Claudio Tozzi. Na hora da consulta, sobe por uma escada sem paredes laterais até a sala do psiquiatra e se senta: ou num sofá, ou numa poltrona bem confortável de couro preto. Mas divã, como no nome de seu programa semanal na rádio CBN (No Divã do Gikovate), não tem. “Sempre trabalhei assim, prefiro olho no olho”, diz. Talvez seja o olho no olho, talvez seja o método da “psicoterapia breve” e a promessa de alta em seis meses – que faz com que ele atenda 200 pacientes por ano. Fato é que Gikovate se tornou o confidente de alguns dos empresários e executivos mais bem-sucedidos do país. Nesta conversa, ele fala sobre a gastança dos brasileiros ricos, a cabeça do bom líder e outros temas atuais, mas de um ponto de vista diferente. Ou você já tinha ouvido que a culpa do consumismo é da pílula anticoncepcional?

Dinheiro anda comprando mais felicidade ou infelicidade?
Esses dias Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

O Medo da Felicidade

Venho tratando desse tema desde o final dos anos 1970 e ele surgiu em minha mente de uma forma estranha e surpreendente: de repente percebi que as pessoas, ao se apaixonarem, passavam a viver em estado de alarme, muitas vezes em pânico, como se algo de terrível estivesse para lhes acontecer.

Dormiam mal, perdiam o apetite, viviam obcecadas, pensando compulsivamente no que estava lhes acontecendo, querendo saber o tempo todo do amado e se ele ainda estava lá pronto para dar continuidade ao relacionamento.

Isso, em princípio, não fazia o menor sentido, pois afinal de contas se apaixonar era o anseio máximo daquelas pessoas que, depois, por motivos duvidosos, acabavam por se afastar de seus amados como que para se livrar desse estado de espírito Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

A Inveja nas Relações Íntimas

Ninguém gosta muito de pensar que possa sentir inveja, muito menos de alguém que lhe seja bem próximo. Porém, a realidade nos ensina exatamente o inverso: o sentimento ocorre mais frequentemente entre os que têm convívio íntimo.

A inveja deriva da nossa tendência a nos compararmos: nos sentimos diminuídos, humilhados, quando alguém tem algo a mais que nós. Ela costuma ser mais intensa quando consideramos que o outro não deveria ter mais, pois é da mesma faixa etária, da mesma origem social… Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Algumas reflexões acerca da moral

16 de junho de 2014 por Flávio Gikovate | 0 comentários

Reflexões sobre a moral têm de voltar à moda com toda a força, pois vivemos um momento importante da história da humanidade, em que o avanço moral do ser humano não tem acompanhado as inovações tecnológicas.

Esse descompasso entre muita tecnologia, inclusive de destruição, e a pouca competência para integração e solidariedade entre as pessoas tende a gerar turbulências maiores.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Por que somos supersticiosos?

Quando dizemos para alguém que nossos negócios estão indo bem, imediatamente sentimos uma forte compulsão na direção de buscar algum pedaço de madeira para nela batermos 3 vezes (para muitos, só serve se a madeira for tocada de baixo para cima). O mesmo vale para qualquer declaração de que estamos felizes no novo relacionamento sentimental ou que estamos bem de saúde.

Ao agirmos de acordo com este ritual, que aprendemos de nossos ancestrais, temos a impressão que afastamos de nós as perigosas influências malignas da inveja das pessoas (assim como a ira dos deuses). É fato que nossa Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter
Página 1 de 44
123...10...Última »