Dr. Flávio Gikovate

Todo mundo tem um lado bom?

Ao refletir mais vagarosamente sobre algumas frases de uso corrente, não é raro que nos deparemos com textos que parecem estar, mais que tudo, a serviço de nos provocar enganos. Uma dessas frases é a que dá título a esse texto. A ideia de que, no fundo, aquelas pessoas um tanto cruéis e agressivas tenham um “coração de ouro” que, vez por outra, se manifesta sempre me indignou. Penso que o que acontece no fundo das pessoas é muito relevante. Porém, mais relevante ainda é o comportamento delas no dia a dia. Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Does Everyone Have a Good Side?

Upon deeper reflection on some popular adages, we often realize some of them just do not hold up and seem to exist solely to lead us to error; one of them is in the title. I have always been outraged by the concept that, deep down, aggressive and cruel people have a “heart of gold,” one that is rarely seen. I think that what happens deep down in these people is very important, but their day-to-day behavior matters even more. Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Good Men Are More Afraid of Love

The main reason why good people (people who are more generous, genuine, laid-back and unable to say NO to others) are more afraid of falling in love than takers (people more prone to selfishness, less genuine, unable to handle frustration, aggressive and solely devoted to their self-interest) is that the former are capable of truly loving, while the latter just really enjoy being loved. The fear of diving headfirst into this feeling is larger for those who are more fascinated and attracted to it. It is the fear, among others, of “diluting” ourselves into another person and losing our identity. Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Os homens legais têm mais medo do amor

A primeira e principal razão pela qual as pessoas legais (mais para generosas, honestas, dóceis e com dificuldade de dizer NÃO) têm mais medo do amor do que as folgadas (mais para egoístas, menos sinceras, intolerantes a frustrações, agressivas e que defendem bem seus interesses) deriva do fato de que as primeiras amam de verdade enquanto que as últimas gostam mesmo é de ser amadas. O medo de mergulhar para valer no mundo deste sentimento é maior justamente nos que são mais fascinados e atraídos por ele. Trata-se do medo, entre outros, de se “diluir” no outro e perder a individualidade. Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Por que os cafajestes são tão atraentes?

Os malandrões e conquistadores ousados, os que chegam dizendo-se apaixonados e prometendo mundos e fundos, despertam o entusiasmo erótico com uma facilidade incrivelmente maior do que os homens mais recatados, sutis e educados. Estes morrem de inveja dos sedutores porque não conseguem agir da forma mentirosa e invasiva com que eles abordam suas “presas”. Os melhores invejam os piores – um paradoxo que deriva do sucesso deles nesta área tão relevante! Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Why Are Bad Boys so Attractive?

Bad boys, those daring womanizers who easily proclaim their love and promise the moon, tend to be very sexually attractive to women, much more so than reticent, polite and subtle men. The latter are jealous of these seductive men because they are unable to act with the same persistence and disregard for truth, which seems to be a philanderer’s main approach. Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Fatores que dificultam as mudanças

Mudar é difícil porque requer enorme energia positiva para que uma pessoa consiga avançar na direção de seus sonhos. Isso em função dela encontrar um fortíssimo “vento” contrário, constituído por inúmeros fatores que tendem a contribuir para a inércia. O primeiro deles é o medo de qualquer novidade, uma vez que num terreno desconhecido sempre estamos sujeitos a sofrimento.  O segundo fator, nada desprezível, é a culpa, uma vez que as mudanças que interferem na forma como a pessoa interage sempre poderá suprimir algum benefício – indevido – usufruído pelo que irá reclamar e se lamentar. O terceiro é a impaciência e o imediatismo: é essencial entender que o caminho das mudanças é longo, rico em obstáculos e atalhos que não levam a parte alguma Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

A Influência da Família na Educação

Freud tinha boas razões para, há mais de 100 anos, atribuir às relações familiares um papel essencial para a formação básica das crianças, o que, de fato, se dá ao longo dos primeiros 5 anos de vida. Naquele tempo as crianças não frequentavam a escola antes dos 6 anos de idade, conviviam essencialmente com seus pais, irmãos e outros parentes próximos. Brincavam nas ruas, com crianças vizinhas pertencentes a famílias em tudo semelhantes às suas. Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Mudar é Difícil

Muitas pessoas dizem querer mudar, mas é só da boca para fora. Algumas se satisfazem em pensar e falar que “todo o mundo tem defeitos; eu também tenho os meus” como se isso as desobrigassem de batalhar para deixar de tê-los. A verdade é que as mudanças exigem grande determinação e disciplina, além de que o usual é que a pessoa tenha que passar por um período de privações ou de algum tipo de sofrimento e renúncia.

Os que desenvolveram certas fobias, medos irracionais que as impedem de andar em elevadores, aviões, transitar por estradas lotadas sem saídas colaterais, ir a eventos públicos onde há muita gente etc. certamente desejam se livrar delas. O entendimento das razões que as levaram Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Educar é preparar para a vida

- Superprotegendo os filhos, nós impedimos que eles desenvolvam os meios necessários para se manter sobre as suas próprias pernas.

Um dos filmes mais bonitos e comoventes dos últimos anos, Cinema Paradiso, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Foi um grande sucesso de bilheteria em muitos países e também no nosso. Quase todas as pessoas que Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Café de Ideias 2013 – Palestra: Sexualidade sem fronteiras

17 de abril de 2013 por Flávio Gikovate | 1 Comentário

Evento: Café de Ideias 2013

Palestra: Sexualidade sem fronteiras

Realizada no Centro Cultural Oscar Niemeyer no dia 5 de abril de 2013, em Goiânia

Embora no século XX o surgimento da psicanálise e a revolução sexual tenham contribuído para aumentar as discussões em torno da sexualidade, poucos avanços ocorreram de fato nesse campo da existência humana. Preocupados com o desempenho; o número de relações sexuais por semana; a quantidade de orgasmos; a competência; a exuberância; homens e mulheres se perderam. Regras, dicas e normas se acumulam sem que percebamos que liberdade e obrigação definitivamente não combinam.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Palestra Sexualidade Sem Fronteiras

8 de agosto de 2013 por Flávio Gikovate | 1 Comentário

Embora no século XX o surgimento da psicanálise e a revolução sexual tenham contribuído para aumentar as discussões em torno da sexualidade, poucos avanços ocorreram de fato nesse campo da existência humana.

Preocupados com o desempenho; o número de relações sexuais por semana; a quantidade de orgasmos; a competência; a exuberância; homens e mulheres se perderam.

Regras, dicas e normas se acumulam sem que percebamos que liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo.

No livro Sexualidade sem fronteiras, lançamento da MG Editores, Flávio Gikovate propõe um novo paradigma no que se refere à sexualidade.

O primeiro passo é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. É o clima lúdico que deve prevalecer nas relações sexuais.

Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia — consentida — que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar nossos interesses eróticos da forma como bem nos aprouver.

Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade — e sem fronteiras.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Ser, Ter, Parecer, Aparecer

Em 1976, Erich Fromm publicou um livro cujo título, “Ter ou Ser”, indicava que estava em curso uma mudança fundamental. As alterações nos valores culturais acompanham, em geral com certo atraso, as que acontecem no plano dos avanços da tecnologia – especialmente quando eles estão diretamente ligados ao cotidiano da maioria dos cidadãos. Nosso “habitat” vem mudando drasticamente principalmente a partir da II Grande Guerra. Nós, humanos, interferimos continuadamente sobre o ambiente que nos cerca; depois temos que nos adaptar às mudanças que nós mesmos provocamos. Por vezes, levamos um susto com o que nos acontece, como se não fôssemos nós os causadores de tudo! Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Hábitos, Compulsões e Vícios

Falta muito para que possamos dizer que conhecemos os detalhes do funcionamento do psiquismo humano. O que é fato é que uma boa parte das nossas ações parecem governadas por um “piloto automático”: em muitos casos, agimos de forma automática; e reagimos a determinadas situações sem que necessitemos pensar acerca do que fazer.

Os movimentos que fazemos ao dirigir o carro são todos sincronizados e não exigem reflexão, assim como as reações que temos diante de um problema inesperado no meio do percurso que estamos realizando. Muitas vezes só nos conscientizamos de algo depois do ocorrido, como se, diante do susto, o piloto automático tivesse se desligado! Fazemos o mesmo ao escovar os dentes, ao nos movimentarmos durante o banho, Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

O consumismo da elite é desespero – Revista Época Negócios

“O consumismo da elite é desespero”

O psiquiatra Flávio Gikovate fala sobre as angústias da elite que frequenta seu consultório e o estresse do mundo moderno


9 mil pacientes atendidos, 1 milhão de livros vendidos e programa na cbn (Foto: João Mantovani)

Flávio Gikovate não tem um divã. Quando um paciente chega ao consultório dele, num dos endereços mais caros de São Paulo (a Rua Estados Unidos, nos Jardins), encontra primeiro uma fachada de cimento queimado com portas altas de correr. Depois, pode tomar café na recepção térrea, entre um jardim interno envidraçado e telas coloridas de Claudio Tozzi. Na hora da consulta, sobe por uma escada sem paredes laterais até a sala do psiquiatra e se senta: ou num sofá, ou numa poltrona bem confortável de couro preto. Mas divã, como no nome de seu programa semanal na rádio CBN (No Divã do Gikovate), não tem. “Sempre trabalhei assim, prefiro olho no olho”, diz. Talvez seja o olho no olho, talvez seja o método da “psicoterapia breve” e a promessa de alta em seis meses – que faz com que ele atenda 200 pacientes por ano. Fato é que Gikovate se tornou o confidente de alguns dos empresários e executivos mais bem-sucedidos do país. Nesta conversa, ele fala sobre a gastança dos brasileiros ricos, a cabeça do bom líder e outros temas atuais, mas de um ponto de vista diferente. Ou você já tinha ouvido que a culpa do consumismo é da pílula anticoncepcional?

Dinheiro anda comprando mais felicidade ou infelicidade?
Esses dias Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Solidão também é bom

O pavor da solidão é algo presente em muitos de nós por razões que nem sempre são muito consistentes. Em primeiro lugar, ela costuma estar associada à dor que sentimos nos primeiros tempos depois de uma separação amorosa. É claro que nos habituamos ao aconchego que deriva de uma união, mesmo que problemática.

A dor derivada da ruptura não corresponde à solidão e sim a uma tristeza que deriva da transição de uma condição para a outra. A solidão corresponde ao estágio posterior, ou seja, ao modo como vivemos depois de ultrapassar Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

A adolescência e seus problemas

18 de junho de 2014 por Flávio Gikovate | 0 comentários

A adolescência é um período da vida muito especial, tanto quanto os primeiros anos da infância.

O corpo se torna adulto, enquanto a cabeça se mantém criança, ou seja, o lado psicológico não acompanha as dramáticas mudanças do corpo dadas pela revolução hormonal associada ao surgimento da sexualidade adulta.

É a fase em que os indivíduos lutam por sua independência, mesmo sem ter a devida competência para isso.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

O que é exatamente a Psicoterapia?

14 de julho de 2014 por Flávio Gikovate | 0 comentários

A psicoterapia é um termo genérico que engloba todos os tipos de tratamentos que visam ajudar as pessoas a se curarem de algum desconforto através do uso da palavra.

A primeira forma e a mais conhecida foi a Psicanálise, invenção genial de Freud do início do século XX, que mostrou-se uma estratégia ambiciosa e de relativa eficácia, até mesmo devido à sua morosidade e custos envolvidos, passando a ser substituída por outras técnicas de seus dissidentes.

Hoje, as técnicas caminham e têm convergido mais para formas breves de psicoterapia dinâmica, com uma matriz na psicanálise, e um outro grupo de técnicas que se chamam de terapias cognitivo-comportamentais.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Muitos homens têm medo de mulheres fortes

A grande maioria dos homens só se sente confortável ao lado de uma mulher que eles consideram mais fracas – ou menos – do que eles. Os critérios para esta avaliação são subjetivos e dependem da hierarquia de cada um.

A maioria gosta de ter controle financeiro sobre as suas mulheres, condição na qual sentem menos medo de serem abandonados. Muitos gostam de se sentir mais inteligentes, Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

O que é o homem sexualmente livre?

31 de julho de 2014 por Flávio Gikovate | 0 comentários

As pessoas pensam que o homem sexualmente livre é aquele garanhão que tem acesso com facilidade a todas as mulheres, que é ousado na paquera, sem medo de fracasso sexual ou, vulgarmente falando, que é o macho alfa, dominando o território e afastando dali outros machos…

Penso que o homem com liberdade sexual é aquele indivíduo que fica sereno com sua própria natureza, desobrigado a seguir padrões coletivos.

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter

Como definir maturidade emocional?

Penso que a maturidade emocional se caracteriza pelo atingimento de um estado evolutivo no qual nos tornamos mais competentes para lidar com as dificuldades da vida e por isso mesmo com maior disponibilidade para usufruir de seus aspectos lúdicos e agradáveis.

Talvez a principal característica da pessoa madura esteja relacionada com o desenvolvimento de uma boa tolerância às inevitáveis frustrações e contrariedades a que todos nós estamos sujeitos. Tolerar bem frustrações não significa não sofrer com elas e muito menos não tratar de evita-las. A boa tolerância às dores da vida implica certa docilidade, capacidade de absorver os golpes e mais ou menos rapidamente se livrar da tristeza ou ressentimento que possa ter sido causado por aquilo que nos contrariou. Continue Lendo →

Compartilhe!
  • LinkedIn
  • Delicious
  • Digg
  • email
  • Facebook
  • Google Reader
  • MSN Reporter
  • Reddit
  • Twitter
Página 1 de 45
123...10...Última »