Dr. Flávio Gikovate

Quando falar é agredir

Há opiniões discrepantes em relação às pessoas que são muito cuidadosas e delicadas quando expressam seu ponto de vista, especialmente sobre temas polêmicos. Alguns as julgam falsas e hipócritas, pois escolhem as palavras com o intuito de agradar o interlocutor. Resultado: desconfia-se de sua sinceridade.

Outros, porém, pensam de forma diferente. Acham que são espíritos mais atentos, preocupados em não ser invasivos e grosseiros. Tomam cuidado, sim, porque não gostariam, em hipótese alguma, de magoar a pessoa com a qual estão conversando. Continue Lendo →

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When Words Are an Act of Aggression

There are differing opinions about people who express their point of view in a careful and gentle manner, especially when the subject is controversial. Some will say these people are fakes and hypocrites, because they choose their words to please other people; as a result, their honesty is doubted.

Others, however, don’t agree with this assessment. They believe that these people are just more attentive and shy away from intrusiveness and asperity. Yes, they are careful with their choice of words, because they wouldn’t ever want to hurt other people. Continue Lendo →

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Pelo direito de ser diferente

A questão do amor e da liberdade esbarra com mais um curioso obstáculo, que são os condicionamentos culturais. Tenho sido bastante claro no sentido de afirmar que não acredito tanto nas pressões externas quanto a maior parte das pessoas, que falam da sociedade e suas imposições como se fosse uma espécie de bicho-papão de nossa infância. Porém existem vários hábitos criados pelos agrupamentos humanos, aos quais nos familiarizamos desde pequenos, que se transmitem por gerações ao longo dos séculos e aos quais parece que temos de nos ajustar sem reflexão ou contestações. É como se fosse inexorável tal caminho. Numa cultura como a nossa, o traço mais característico desses hábitos — especialmente aqueles ligados à vida amorosa — é sua tendência homogeneizadora; isto é, todo mundo tem de viver da mesma maneira, cumprindo o mesmo tipo de ritual. Continue Lendo →

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For the Right to Be Different

Love and freedom encounter another peculiar barrier, which is cultural conditioning. For the record, I’ve been very clear in stating that I don’t believe that external pressure is as strong as most people do; they speak of society and its impositions as if it were a boogeyman straight out of our childhood. Nevertheless, human groups create habits that are transmitted from generation to generation, throughout the centuries, and people become used to them from childhood; it just seems they have to adjust, without thought or dissension, as if these mores were inescapable. In cultures such as ours, the strongest characteristic of these social habits, especially when it comes to romantic relationships, is the tendency to homogenize—everyone is expected to live in the very same way and follow the very same rituals. Continue Lendo →

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Respeite o meu direito de não querer te ouvir ou ver

O fato de alguém querer muito a nossa atenção não nos obriga a aceitar sua aproximação. Ao insistir em seu objetivo, mesmo que nos ame, ela estará sendo prepotente e egoísta.

Um senhor me acusou de desrespeitoso e mal-educado. Motivo? Não quis falar com ele ao telefone. Não o conheço, sabia que ele queria fazer críticas — “construtivas” — ao meu trabalho. Não me interessei em saber quais eram.

Uma colega me conta que sua mãe lhe diz: “Sua amiga de infância esteve aqui e está louca para revê-la. Quando posso marcar o encontro?” Minha colega não tem interesse em saber como está essa pessoa, nem deseja reencontrá-la. Continue Lendo →

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Respect My Right to Not Want to Interact with You

Just because someone wants our attention, it doesn’t mean we have to give it to them. It’s an arrogant and selfish attitude to insist on an unwanted interaction, even when coming from a place of love.

A man said I was disrespectful and rude. Why did he say such a thing? Because I didn’t want to talk to him over the phone. I don’t know him; all I knew was that he wanted to make “constructive” criticism of my work, but I couldn’t care less about it.

A colleague tells me that her mother said: “Your childhood friend came over and she can’t wait to see you! When can we schedule a meeting?” My colleague has no interest in knowing how this person is, or in meeting her again. Continue Lendo →

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Amor é Amor e Sexo é Sexo

Aprendemos que sexo e amor são componentes de um mesmo instinto. Não penso assim. O amor corresponde à agradável sensação de aconchego que sentimos quando próximos de uma criatura especial. É exatamente o que sente a criança no colo da mãe, nosso primeiro objeto do amor: a dor derivada da sensação de desamparo e de incompletude que todos sentimos desde o momento do nascimento se atenua nestes momentos de reencontro. Isto nos dá prazer. O amor adulto é idêntico ao infantil. Amor é paz e harmonia ao lado de uma criatura muito especial e única. Não existe, pois, amor por si mesmo. Continue Lendo →

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Love is love, sex is sex

We are told that sex and love are part of the same instinct; I disagree. Love is a pleasant sensation of comfort we feel when we’re close to a special person. It’s what a child feels on their mother’s lap, everyone’s first object of love. The pain that comes from the vulnerability and incompleteness we all feel from the moment we are born decreases during these moments, giving in to pleasure. Love is exactly the same in childhood and adulthood. Love is peace and harmony next to a very special and unique person. There’s no such thing, therefore, as loving oneself. Continue Lendo →

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Concessões, uma forma de evitar atritos

O que leva muitos homens (e mulheres) a aceitar as explicações do cônjuge que chega tarde do trabalho? Não seria mais natural esperar que o companheiro entendesse o nosso cansaço e nos recebesse com carinho redobrado?

Por que nos sentimos na obrigação de participar daquele almoço de domingo com a família se preferíamos ir ao cinema, acordar às 2 da tarde ou encontrar nossos amigos?

Que direito tem o namorado de censurar o comprimento do vestido da namorada? E por que ela concorda em mudar de roupa, interpretando a implicância dele como uma prova de amor?

A reposta a todas essas perguntas é uma só: para evitar atritos com aqueles que amamos. Continue Lendo →

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Entendendo os Mecanismos da Culpa

O sentimento de culpa pode ser entendido como uma espécie de freio interno, nascido da capacidade que desenvolvemos, entre os 6 e 7 anos, de nos colocarmos no lugar do outro e podermos imaginar o que ele sente. Se percebemos que ele está sufocado por uma forte dor, e nos reconhecemos como causadores desta sensação, uma grande tristeza nos invade. É como se vivêssemos a mesma dor que pensamos estar causando ao outro, associada à amargura de termos sido os responsáveis por ela.

Como o sofrimento decorrente da dor que provocamos costuma ser intenso, evitamos nos expor a ele. Assim, a culpa se torna um importante freio moral, limitador de nossas ações. Não podemos maltratar alguém – já que seremos castigados interiormente da mesma forma – nem ter condutas que possam ferir os direitos alheios, pois isso também nos faz sofrer. Muitos se contêm pelo medo de represálias – terrestres ou divinas. Essas pessoas possuem freios externos, enquanto as que sentem culpa são limitadas por razões internas. Agem de modo mais rigoroso e são moralmente mais sofisticadas. Tendem a ser menos agressivas e mais controladas em suas ações, com o objetivo de não provocar dor nos outros. Continue Lendo →

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Fim de Ano: Hora de Fazer um Balanço de Nossas Vidas

Dezembro costuma ser um mês diferente. Algumas pessoas ficam particularmente felizes, mas um grupo maior fica triste e outro ainda se sente profundamente deprimido. É o período do ano em que há maior incidência desse estado terrível, no qual as pessoas veem tudo negro, perdem as forças físicas e também as esperanças. Esse sentimento pode ter várias causas. A mais comum é a sensação de desamparo e abandono que muitos experimentam.

Pessoas com a vida sentimental mal resolvida sentem até alguma inveja daqueles que vivem em família, ainda têm os pais vivos, inúmeros irmãos e primos. É claro que a inveja nem sempre está justificada, pois a maior parte daqueles que têm o convívio familiar mais estreito padece de inúmeras situações de rivalidade, disputa e conflito. Continue Lendo →

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Lidar com o sofrimento, um aprendizado

Um aspecto que não pode ser subestimado quando refletimos sobre nossa evolução psicológica é o das peculiaridades inatas. Mais importantes que os obstáculos que a vida nos impõe são nossas forças para ultrapassá-los e tirar deles lições importantes. Portanto, em vez de tentar impedir que nossas crianças sofram, deveríamos ajudá-las a desenvolver seu potencial interior, a fim de serem capazes de adquirir competência para suportar dores físicas e mentais. Continue Lendo →

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Os gordos podem aprender com os magros

Não pretendo ser simplista e afirmar que existe um caminho único e fácil para se resolver a complicada questão da obesidade. Mas proponho uma inversão radical no modo de pensarmos a respeito do assunto. Em vez de nos atermos aos gordos e aos seus hábitos, que tal voltarmos nossa atenção para o modo de ser dos magros?

Os magros não sabem o que é passar o dia contando quantas calorias foram consumidas, pensando nos alimentos antes de ingeri-los, visitando a balança. Os gordos se entretêm numa espécie de videogame interior, onde eles vencem ou perdem conforme o número de calorias que consumiram naquele dia ou naquela refeição. Nenhum magro sofre desse tipo de obsessão. Continue Lendo →

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Para onde caminha o amor

Tudo nos leva a crer que a capacidade das pessoas viverem sozinhas esteja aumentando. Ou seja, é cada vez maior o número de homens e mulheres que se sentem razoavelmente em paz consigo mesmos, que são capazes de se entreter com seus afazeres e interesses, que sabem ir a um cinema ou bar sem se sentirem humilhados pela falta de companhia. Aliás, o aspecto social, também muito importante, começa a ser alterado.

Até pouco tempo atrás, a pessoa solteira era discriminada e rejeitada. Quem não estivesse casado era visto como portador de status social inferior. Havia, portanto, uma forte pressão na direção do casamento. Sempre que constato esse tipo de pressão sou tentado a desconfiar das “delícias” do objetivo que se pretende impor. Se fosse tudo tão bom não seria necessário pressionar tanto! Continue Lendo →

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Por que nos decepcionamos com o amado

Por que nos encantamos sentimentalmente por uma pessoa? Ainda não podemos responder integralmente a esta pergunta fundamental.

Fomos capazes de avançar muito a esse respeito nos últimos anos, de modo que algumas conclusões parciais podem ser muito úteis para que cometamos menos erros.

Nós nos envolvemos com outra pessoa porque nos sentimos incompletos em nós mesmos. Se nos sentíssemos inteiros e não “metades”, certamente não amaríamos. Sim, porque o amor corresponde ao sentimento que desenvolvemos em relação àquele que nos provoca a sensação do aconchego e completude que não conseguimos sentir quando estamos sozinhos. Continue Lendo →

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Quando Mãe e Filho Não se Amam

Durante a vida intra-uterina, o nosso cérebro se forma cercado de uma sensação de aconchego, paz e harmonia. Vivemos no paraíso – e o nascimento corresponde a sermos expulsos dele. A partir daí, passamos a experimentar aqueles que talvez sejam os piores tempos da nossa vida: temos frio, fome e sede; nos sentimos desamparados, realmente desesperados, quando não somos atendidos imediatamente por nossas mães.
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Quando os parentes invadem nossa intimidade

- “Família é pra essas coisas” é um tema perigoso, pois permite que nossa privacidade seja devassada, criando situações embaraçosas e impedindo uma relação mais sadia e madura.

Somos educados para distinguir muito claramente os parentes dos amigos e das pessoas em geral. Desde crianças, aprendemos que a família é composta por criaturas sui generis que terão conosco um nível de relacionamento especial, governado por um código próprio, diferente daquele que empregamos no trato com estranhos. Com esses últimos, temos um relacionamento cordial e mais formal, respeitoso e que pressupõe reciprocidade nas atitudes. Por isso, nos ofendemos rapidamente quando somos invadidos em nossa privacidade. Continue Lendo →

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Sexo, Remédio Contra o Estresse

Uma das maiores preocupações das pessoas sobrecarregadas de tensões e responsabilidades é encontrar meios de atenuar os malefícios causados à saúde pelo estilo de vida excessivamente acelerado. É claro que o ideal seria viver de maneira menos insana. Mas, diante das dificuldades de romper individualmente com esse modo de vida adotado por toda a sociedade, só nos resta buscar paliativos para nossas dores cotidianas: massagem, esportes, meditação, lazer, caminhada, hobbies. Continue Lendo →

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Sobre estar sozinho…

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. Continue Lendo →

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A mulher sexualmente livre: a de verdade

Tenho insistido no fato de que a indústria pornográfica tem nos imposto um modelo de mulher que está fundado no fingimento. Elas têm um comportamento sexual que, mesmo falso, seria o dos sonhos dos homens: aceitam todo o tipo de prática, têm uma postura geral de submissão (ajoelham-se para fazer sexo oral neles), dão demonstrações ruidosas de prazer, especialmente quando são penetradas. Isso tanto na penetração vaginal como anal. Dizem várias vezes que estão gozando, de modo que estariam tendo orgasmos fáceis em qualquer destas circunstâncias. A submissão chega ao extremo quando elas oferecem a face para que os homens ejaculem. Continue Lendo →

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Amor versus Individualidade

Ao longo do segundo ano de vida, a criança vivencia enorme avanço em suas competências: aprende a andar, a formular as primeiras frases, aprimora suas aptidões motoras etc. Se até então seu maior prazer era ficar no colo da mãe, usufruindo da paz e aconchego similar ao que foi perdido com o nascimento e sentindo por ela aquilo que chamamos de amor, agora ela gosta também de circular, especular o ambiente, tentar entender para que servem e como é que funcionam os objetos. Coloca quase tudo que encontra na boca, tenta sentir seu tato, observa o que acontece quando deixa que caiam no chão. Dá sinais de grande satisfação a cada nova descoberta. Está praticando os primeiros atos próprios de sua individualidade – e se deleitando com eles. Continue Lendo →

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Confiar um no outro, essencial para um amor maduro

- Amar implica depender, estar na mão da outra pessoa. Por isso, amar alguém que não nos transmite confiança é ser irresponsável para consigo mesmo.

Poucos são os casais que vivem em concórdia, num relacionamento que crie condições para que ambos cresçam emocional e intelectualmente. Mas, porque existem alguns casais que vivem em harmonia, devemos nos empenhar para também fazermos parte dessa minoria privilegiada. Continue Lendo →

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Individualismo não é Egoísmo

Individualismo é uma palavra que provoca polêmicas e mal-entendidos. Penso que, quando isso acontece, é porque o termo está sendo usado com múltiplos significados, o que desencadeará emoções diferentes de acordo com o modo como cada um o entenda.

Individualismo é palavra que determina juízo negativo quando é usada como sinônimo de egoísmo. O mesmo acontece quando ela é usada para descrever uma pessoa incompetente para relacionamentos afetivos e para uma adequada integração em grupos de convívio. Vale a pena uma reflexão mais rigorosa a respeito do tema, especialmente porque temos vivido uma fase da nossa história na qual cresce a tendência na direção do individualismo. Continue Lendo →

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Satisfazer todas as vontades dos filhos é um erro

Muitos pais hesitam em impor castigos e limites aos filhos, por medo de perderem a sua estima, e mesmo a guarda deles, se um dia o casal vier a se separar.

Precisamos pensar seriamente em como estamos educando as crianças, já que é na infância que se estabelecem os processos psíquicos que irão nos acompanhar pelo resto da vida. Continue Lendo →

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Será que é preciso amar a si mesmo antes de amar aos outros?

Sempre me surpreendo ao ouvir as pessoas falarem, com convicção, frases conhecidas, tidas como verdades, sobre as quais pouco refletiram. Elas correspondem às crenças, pontos de vista que herdamos daqueles que nos antecederam. Temos o dever de repensar tudo, uma vez que novos conhecimentos podem criar maneiras mais sofisticadas de encarar os temas que tanto nos interessam. Esta é uma destas frases: “se eu não conseguir me amar primeiro, não serei capaz de amar ninguém”. Isso é dito e pensado a propósito da possibilidade de estabelecermos um relacionamento íntimo, estável e de boa qualidade. Não se está falando em termos genéricos, de modo que ela não está diretamente ligada ao ditame bíblico de que devemos “amar ao próximo como a nós mesmos”. O “próximo” do texto bíblico é qualquer pessoa com a qual estabelecemos algum tipo de relação e não aquele ser especial com quem queremos estabelecer um relacionamento íntimo, de preferência estável e definitivo. Além disso, penso que a ideia religiosa diz respeito ao tratamento e aos direitos, ou seja, de que devemos considerar os outros como portadores de direitos iguais àqueles que atribuímos a nós. Continue Lendo →

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Vaidade e agressividade

Comecei a me aprofundar nas questões da vaidade há muitos anos. Porém, parece que só agora sou capaz de compreender a dimensão agressiva embutida neste prazer erótico que todos temos de nos exibirmos, atrairmos olhares de admiração ou de desejo.

Gastamos tempo e energia consideráveis com o objetivo de chamar a atenção das pessoas em geral – até mesmo daquelas que nos interessam pouco. Nos preocupamos muito com nossa aparência física e os mais displicentes sabem que também se destacam por agirem da forma como agem. Gostamos de exibir nossas conquistas materiais, nossos sucessos profissionais, artísticos, esportivos etc. Continue Lendo →

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Vaidade, agressividade e inveja

Estamos tratando de um dos aspectos mais intrigantes da nossa condição: nascemos diferentes uns dos outros e vivemos numa sociedade onde, inexoravelmente, algumas propriedades serão mais valorizadas do que outras.

Os critérios de beleza poderão variar de uma sociedade para a outra, de uma época para a outra. Porém, sempre algumas pessoas serão tidas como mais belas; e elas sempre serão poucas, visto que o que é menos frequente chama mais a atenção. Continue Lendo →

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Vaidade, ambição e inteligência

Sempre me intrigou o fato de que a maior parte das pessoas mais inteligentes que tenho conhecido são portadoras de uma vaidade muito maior do que a da maioria das pessoas. É claro que existem falhas nesta avaliação subjetiva, até porque não temos meios efetivos de quantificar a vaidade (e a própria avaliação da inteligência nem sempre é muito precisa).
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Hábitos, Compulsões e Vícios

Falta muito para que possamos dizer que conhecemos os detalhes do funcionamento do psiquismo humano. O que é fato é que uma boa parte das nossas ações parecem governadas por um “piloto automático”: em muitos casos, agimos de forma automática; e reagimos a determinadas situações sem que necessitemos pensar acerca do que fazer.

Os movimentos que fazemos ao dirigir o carro são todos sincronizados e não exigem reflexão, assim como as reações que temos diante de um problema inesperado no meio do percurso que estamos realizando. Muitas vezes só nos conscientizamos de algo depois do ocorrido, como se, diante do susto, o piloto automático tivesse se desligado! Fazemos o mesmo ao escovar os dentes, ao nos movimentarmos durante o banho, nos enxugarmos, assim como em tantas outras condições que se repetem com regularidade em nossas vidas. Continue Lendo →

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Como se dá o encantamento amoroso

Até hoje, muita gente gosta de pensar que o encantamento amoroso acontece por acaso e de modo mágico (como se fôssemos mesmo vítimas das flechadas aleatórias do Cupido). Não é o que acredito.

Desde 1976 venho tentando entender quais as variáveis que determinam a escolha dos parceiros sentimentais. A tarefa é difícil porque está relacionada com múltiplas variáveis e isso costuma ser motivo para que algumas pessoas privilegiem uma delas e desconsiderem outras igualmente importantes. Continue Lendo →

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O Medo da Felicidade

Venho tratando desse tema desde o final dos anos 1970 e ele surgiu em minha mente de uma forma estranha e surpreendente: de repente percebi que as pessoas, ao se apaixonarem, passavam a viver em estado de alarme, muitas vezes em pânico, como se algo de terrível estivesse para lhes acontecer.

Dormiam mal, perdiam o apetite, viviam obcecadas, pensando compulsivamente no que estava lhes acontecendo, querendo saber o tempo todo do amado e se ele ainda estava lá pronto para dar continuidade ao relacionamento. Continue Lendo →

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Solidão também é bom

O pavor da solidão é algo presente em muitos de nós por razões que nem sempre são muito consistentes. Em primeiro lugar, ela costuma estar associada à dor que sentimos nos primeiros tempos depois de uma separação amorosa. É claro que nos habituamos ao aconchego que deriva de uma união, mesmo que problemática.

A dor derivada da ruptura não corresponde à solidão e sim a uma tristeza que deriva da transição de uma condição para a outra. A solidão corresponde ao estágio posterior, ou seja, ao modo como vivemos depois de ultrapassar essa turbulência, por vezes bem dolorosa, típica de uma transição que, num primeiro momento, nos parece ser para pior. Continue Lendo →

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Como definir maturidade emocional?

Penso que a maturidade emocional se caracteriza pelo atingimento de um estado evolutivo no qual nos tornamos mais competentes para lidar com as dificuldades da vida e por isso mesmo com maior disponibilidade para usufruir de seus aspectos lúdicos e agradáveis.

Talvez a principal característica da pessoa madura esteja relacionada com o desenvolvimento de uma boa tolerância às inevitáveis frustrações e contrariedades a que todos nós estamos sujeitos. Tolerar bem frustrações não significa não sofrer com elas e muito menos não tratar de evitá-las. A boa tolerância às dores da vida implica certa docilidade, capacidade de absorver os golpes e mais ou menos rapidamente se livrar da tristeza ou ressentimento que possa ter sido causado por aquilo que nos contrariou. Continue Lendo →

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Por que os cafajestes são tão atraentes?

Os malandrões e conquistadores ousados, os que chegam dizendo-se apaixonados e prometendo mundos e fundos, despertam o entusiasmo erótico com uma facilidade incrivelmente maior do que os homens mais recatados, sutis e educados. Estes morrem de inveja dos sedutores porque não conseguem agir da forma mentirosa e invasiva com que eles abordam suas “presas”. Os melhores invejam os piores – um paradoxo que deriva do sucesso deles nesta área tão relevante! Continue Lendo →

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Why Are Bad Boys so Attractive?

Bad boys, those daring womanizers who easily proclaim their love and promise the moon, tend to be very sexually attractive to women, much more so than reticent, polite and subtle men. The latter are jealous of these seductive men because they are unable to act with the same persistence and disregard for truth, which seems to be a philanderer’s main approach. Continue Lendo →

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Good Men Are More Afraid of Love

The main reason why good people (people who are more generous, genuine, laid-back and unable to say NO to others) are more afraid of falling in love than takers (people more prone to selfishness, less genuine, unable to handle frustration, aggressive and solely devoted to their self-interest) is that the former are capable of truly loving, while the latter just really enjoy being loved. The fear of diving headfirst into this feeling is larger for those who are more fascinated and attracted to it. It is the fear, among others, of “diluting” ourselves into another person and losing our identity. Continue Lendo →

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Os homens legais têm mais medo do amor

A primeira e principal razão pela qual as pessoas legais (mais para generosas, honestas, dóceis e com dificuldade de dizer NÃO) têm mais medo do amor do que as folgadas (mais para egoístas, menos sinceras, intolerantes a frustrações, agressivas e que defendem bem seus interesses) deriva do fato de que as primeiras amam de verdade enquanto que as últimas gostam mesmo é de ser amadas. O medo de mergulhar para valer no mundo deste sentimento é maior justamente nos que são mais fascinados e atraídos por ele. Trata-se do medo, entre outros, de se “diluir” no outro e perder a individualidade. Continue Lendo →

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Todo mundo tem um lado bom?

Ao refletir mais vagarosamente sobre algumas frases de uso corrente, não é raro que nos deparemos com textos que parecem estar, mais que tudo, a serviço de nos provocar enganos. Uma dessas frases é a que dá título a esse texto. A ideia de que, no fundo, aquelas pessoas um tanto cruéis e agressivas tenham um “coração de ouro” que, vez por outra, se manifesta sempre me indignou. Penso que o que acontece no fundo das pessoas é muito relevante. Porém, mais relevante ainda é o comportamento delas no dia a dia. Continue Lendo →

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Does Everyone Have a Good Side?

Upon deeper reflection on some popular adages, we often realize some of them just do not hold up and seem to exist solely to lead us to error; one of them is in the title. I have always been outraged by the concept that, deep down, aggressive and cruel people have a “heart of gold,” one that is rarely seen. I think that what happens deep down in these people is very important, but their day-to-day behavior matters even more. Continue Lendo →

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Individualism is not Selfishness

Individualism is a word that can generate controversy and misunderstandings.

When it happens, I believe it is because the word has several meanings and evokes different emotions for different people, according to their understanding of it.

Individualism has a negative connotation when used as a synonym for selfishness and also when it’s used to describe a person who is unable to commit to a romantic relationship or to relate to other people in society. It is important to give deeper thought to this subject, especially in this day and age, in which people are becoming increasingly individualistic. Continue Lendo →

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Sexism is Man’s Worst Enemy

The idea of male superiority prevailed for several centuries; fierce opposition to the concept, which is progressively gaining strength, only appeared on the twentieth century.

Men considered themselves to be not only physically stronger, but also smarter, more creative and more sensible, which gave them control over their whole family. They had the power to belittle and humiliate their wives and had social and sexual freedoms forbidden to women. Continue Lendo →

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Trust in Each Other is Essential to a Mature Relationship

- Love implies dependence, being vulnerable. So, loving someone we don’t trust is being reckless with ourselves.

Very few couples live well together and have a relationship conducive to emotional and intellectual growth. But exactly because some couples do live happily together, we should do our best to be a part of this exclusive club. Continue Lendo →

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O Homem Sexualmente Livre

Numa avaliação inicial, pode parecer que o homem livre é aquele que mantém intimidades eróticas com todas as mulheres possíveis, que não se sente comprometido com nenhuma delas e que busca o sexo no maior número de circunstâncias possíveis. Penso que este é o típico escravo do machismo, o que não tem nem uma gota de liberdade. Continue Lendo →

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What Is Emotional Maturity?

I believe a person is emotionally mature when they reach a point in which they are better at handling life’s troubles and, therefore, have more time to enjoy its pleasant and recreational aspects.

Perhaps the main trait of a mature person is their tolerance to the inevitable frustrations and setbacks that happen to us all. Tolerating frustration well does not mean it doesn’t cause suffering, or even not doing our best to avoid it. A high tolerance to life’s pain requires docility; an ability to absorb blows as quickly as possible, to be free of sadness or resentment over the event. Continue Lendo →

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Para melhor conhecer as pessoas

A primeira condição para conseguirmos conhecer melhor as pessoas diz respeito a tratarmos de evitar o erro usual de buscarmos avaliá-las tomando por base a nós mesmos. Ou seja, um erro grave é o de pensar assim: “eu no lugar dela faria isso ou aquilo”; a verdade é que eu não sou ela e a forma de ser e de pensar não acompanha obrigatoriamente a nossa. Temos de nos afastar da nossa maneira de pensar e tentar, com objetividade, entender como funciona o psiquismo de quem queremos conhecer. Continue Lendo →

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How to Understand People Better

To understand how people truly are, you first must avoid the mistake of assessing them taking ourselves as a frame of reference. It’s a huge mistake to think, “In her place, I’d act in this way or that.” The truth is, you’re not her and the way each of you are and think are not necessarily the same. We have to keep away from this course of thought and be objective when trying to understand someone else’s psyche. Continue Lendo →

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When Relatives Have No Boundaries

“That’s what family is for” is a dangerous saying, because it opens the door to invasion of privacy and awkwardness, all while preventing us from building healthier and more mature relationships.

We’re taught, from childhood, that our relatives are unlike other people; we learn, early on, that our family members are unique and our relationship with them is special, following rules that do not apply to outsiders. Continue Lendo →

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Solitude is Good, Too

Many of us fear being alone, for reasons that can be somewhat inconsistent. This fear is sometimes associated with the pain we feel right after a breakup and, of course, losing the comfort that comes from a relationship, even a problematic one, is difficult. However, the hurt caused by a breakup does not come from loneliness, but from the transition between one situation to another. Loneliness comes later, after we go through that first turmoil that can sometimes be very painful and is typical of a transition that, initially, seems to lead to a worse place. Continue Lendo →

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What Is Friendship?

Friendship is a strong emotional bond between two people, which happens for reasons that are not always present in romantic attachments. When two people enjoy how the other acts, laughs and thinks, they connect fairly fast; in this regard, friendship is similar to love.

The intellectual compatibilities that are quickly noticed when people grow closer are the foundation of friendship, which might be the most adult emotional connection one can have. Sadly, this element can’t be found in most so-called romantic relationships. Continue Lendo →

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Como definir a amizade?

A amizade corresponde a um elo sentimental forte e que surge entre duas pessoas, ao que parece, em função de alguns dos ingredientes que nem sempre estão presentes no processo do encantamento sentimental. A simpatia costuma acontecer mais ou menos rapidamente, um achando graça no modo de ser, de falar, de rir e de pensar do outro e isso é parecido com o que acontece no amor.

As afinidades intelectuais surgem mais ou menos rapidamente à medida que o relacionamento se aprofunda e é a principal causa dessa intimidade crescente que caracteriza esse que talvez seja o encontro sentimental mais maduro e mais distante dos elos sentimentais infantis. Pena não estar presente na maioria das relações ditas amorosas. Continue Lendo →

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What Is Serenity?

The word serenity has more than one meaning; the most common one is the ability that some people have to live with and accept adverse situations with grace, especially when the outcome is beyond their control. When under the pressure of self-created expectations, we often become severely upset; we must not allow our future plans, hopes and dreams to become nightmares, a source of anxiety and disappointment. People who make realistic plans suffer less and are better equipped to find serenity. Continue Lendo →

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On Being Alone…

This new millennium hasn’t just brought technological advances; romantic relationships have also gone through a deep transformation, and revolutionized the concept of love. What people want these days is a relationship that fits into our times, in which there is individuality, respect, joy and pleasure in each other’s company. People in relationships no longer depend on one another for their well-being. Continue Lendo →

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Maldade

Talvez uma boa definição de maldade seja a prática de um ato em que outra pessoa é prejudicada de forma consciente. Ou seja, aquele que pratica a maldade sabe das consequências danosas do seu ato, sabe que se trata do uma ação indevida e a pratica assim mesmo. A maldade se distingue das reações agressivas a que todos nós estamos sujeitos tanto no papel ativo como passivo: quando alguém é agredido existe uma tendência natural para reagir a ela de uma forma ou de outra. A ação agressiva pode ou não ser intencional e não é raro que a reação venha a corresponder a um ato maldoso; porém, houve uma agressão que a antecedeu. Continue Lendo →

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Cruelty

Cruelty is possibly best defined as an action that will deliberately bring harm others. The perpetrator is aware that what they are doing is wrong and that it will cause pain, yet they do it anyway. Aggressive reactions are not necessarily cruel: we all can, at some point, either have or suffer from one, as it is a natural human reaction, a response to a perceived attack. These aggressions may be intentional, or not, and sometimes are cruel, but these actions are mainly backlash. Continue Lendo →

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Controlling

They want to always know where their partners are and what their kids are doing “out at this hour,” and worry too much about the health of their parents and relatives. Controlling women fear that any vacillation or inattention might bring disaster. They believe everything goes well thanks only to their unflagging efforts; they understand how much energy it requires, but believe their sacrifices are what will grant them long periods of harmony and well-being in life.

Of course, this conduct is not exclusive to women, but this piece will analyze its aspects in female behavior. Continue Lendo →

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Our Major Transitions

This piece is about some of the major transitions we go through life, but not the largest two, birth and death, about which I’ve extensively written about in previous works.

I have been thinking about the difficulties a child goes through when they realize they’re becoming teenagers, when they notice the first signs of puberty, which they both yearn for and fear. Yes, because changing, leaving childhood behind, along with its lack of responsibilities, is scary, as they do not know exactly what to expect, how to behave, and what are the pros and cons of their new circumstances. These days, though, the arrival of adolescence is perceived as intriguing, especially to girls who have been preparing themselves to exert their sensuality since they were seven or eight years old, and are already learning to enjoy the attention. Boys, on the other hand, are in less of a rush and perhaps more afraid of this unavoidable development. In any case, children of both genders often clearly state they don’t like growing up, and they’d rather be children forever. Continue Lendo →

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Habits, Compulsions and Addictions

There is still a long way to go before it can be said that we truly understand how the human psyche works. But we do know that a significant part of our actions are on autopilot, that is to say, we often act automatically and react to certain situations without needing to think what we’ll do.

When driving a car, we follow the same steps, which don’t demand thought, automatically; it is also our reaction to the unexpected. Often, we only take notice of something after we happened, as if our autopilot has been turned off by our shock. It’s no different from how we act when we brush our teeth, shower, towel off, and follow all other habitual activities of our day. Continue Lendo →

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Understanding the Dynamics of Guilt

Guilt is an internal brake that originates from an ability we develop between the ages of 6 and 7, of putting ourselves in someone else’s place and imagining how they feel. Once we realize they are struggling, and we believe we caused their pain, it makes us sad; we feel the same unhappiness we imagine we’ve caused, increased by the anguish of knowing ourselves to be responsible for it.

We do our best to avoid guilty feelings, as they cause a lot of pain. Thus, guilt becomes a crucial moral brake, one that limits our behavior. We can’t mistreat anyone, nor behave in a manner that violates their rights—after all, if we do, we’ll suffer, too. Many people are unable to feel guilt; their behavior is controlled by fear of punishment—whether human or divine. Their brakes are external; people who can experience guilt are controlled by their personal code, which is more exacting and complex. People who do experience guilt tend to be less contentious and more self-restrained, out of consideration for other people. Continue Lendo →

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Why is Communication so Hard?

We are all extremely focused on ourselves. We live as if everyone else knew exactly what’s going on with us, without noticing just how difficult it is to communicate efficiently.  Part of it might be that the inarguable differences between sexes establish an even wider communication divide between men and women, but it’s even more complex than that.

Sometimes, it’s a good idea to stop and think about the human condition. We like to be special, one-of-a-kind; we notice the differences in our appearance, but believe our minds and emotions are essentially alike. Continue Lendo →

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