Dr. Flávio Gikovate

Mudar é Difícil

Muitas pessoas dizem querer mudar, mas é só da boca para fora. Algumas se satisfazem em pensar e falar que “todo o mundo tem defeitos; eu também tenho os meus” como se isso as desobrigassem de batalhar para deixar de tê-los. A verdade é que as mudanças exigem grande determinação e disciplina, além de que o usual é que a pessoa tenha que passar por um período de privações ou de algum tipo de sofrimento e renúncia.

Os que desenvolveram certas fobias, medos irracionais que os impedem de andar em elevadores, aviões, transitar por estradas lotadas sem saídas colaterais, ir a eventos públicos onde há muita gente etc. certamente desejam se livrar delas. O entendimento das razões que os levaram a desenvolver esses medos não será suficiente para que se livrem deles: terão que enfrentá-los! Terão que passar pela difícil experiência de vivenciá-los, condição em que serão capazes de perceber que suas forças são maiores que os medos. Isso aumenta muito a autoestima daqueles que aceitam se submeter a esse sofrimento, de modo que costumam ocorrer vários outros avanços e benefícios pessoais derivados da vivência bem sucedida. Continue Lendo →

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Change is Hard

Many people claim they want to change, but don’t really mean it. Some are content with saying, “everyone has flaws, and so do I,” as if that excused them from even trying to improve. Change requires determination and discipline; relinquishing established habits is a difficult process that brings pain and even withdrawal symptoms.

But some people certainly do want to change, such as those who developed a phobia of, say, riding elevators, travelling by plane, driving on a highway or even attending a crowded event. Understanding the reason why these irrational fears exist is important, but not enough. To get past a phobia, one must face it; once they’ve experienced the act that terrifies them so much, people are finally able to realize their strengths outnumber their weakness. Going through this ordeal improves one’s self-esteem, which brings other benefits and progress in other areas of life. Continue Lendo →

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O Que é se Colocar no Lugar do Outro?

Uma das operações psíquicas mais sofisticadas que aprendemos, lá pelos 7 anos, é esta, de tentarmos sair de nós mesmos para imaginar como se sentem as outras pessoas. De repente podemos olhar para a rua num dia de chuva e imaginar – o que, de certa forma, significa sentir – o frio que um outro menino pode passar por estar mal agasalhado.

Nossa capacidade de imaginar o que se passa é como uma faca de dois gumes. Continue Lendo →

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What Does It Mean to Put Yourself on Someone Else’s Shoes?

One of the most complex psychical operations we learn, when we’re around seven years old, is to leave ourselves behind and figure out how others are feeling. Suddenly, while looking out a window on a rainy day, we can imagine – which, in a way, means also feeling – how cold might another little boy be, outside without a coat.

Our ability to imagine what’s going on with someone else is a double-edged sword. Continue Lendo →

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O que é ser “bom de cama”?

Muita gente acha que a questão da sexualidade está equacionada e “resolvida”. Tanto isso é verdade que os livros sobre o assunto escassearam e os sexólogos praticamente desapareceram. Não compartilho desse ponto de vista. Acho que temos vivido uma época fortemente influenciada pela indústria pornográfica; isso nos leva a pensar o sexo de uma forma curiosa, como algo parecido com os exercícios físicos mais exigentes e rigorosos. A influência desses filmes que estão, aos milhares, disponíveis pela internet, tem sido tal que voltaram algumas das antigas preocupações e preconceitos: agora, de novo, os homens têm se preocupado com as dimensões de seus pênis; o orgasmo vaginal parece ter voltado a ser fundamental para que uma mulher se satisfaça de verdade e seja realmente “boa de cama”. Suponho que esses ingredientes sejam muito interessantes do ponto de vista das filmagens; porém, na vida real não têm maior serventia. Continue Lendo →

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What Does It Mean to Be Good in Bed?

There seems to be a current belief that human sexuality is a subject that has already been fully understood and settled, to such an extent that there are almost no more books being written about it and very few sexologists left. I don’t believe that’s the case. We live in a time strongly influenced by the porn industry, which makes us see sex as a form of strenuous exercise. These movies and scenes, widely available on the internet, have brought back some old concerns and ideas that were supposedly outdated – men worry, once more, about the size of their penis, while women feel they must all have vaginal orgasms to really enjoy sex and to be “good in bed”. Surely, these elements bring interest to a film, but they’re not particularly useful concepts for real life. Continue Lendo →

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Respeite o meu direito de não querer te ouvir ou ver

O fato de alguém querer muito a nossa atenção não nos obriga a aceitar sua aproximação. Ao insistir em seu objetivo, mesmo que nos ame, ela estará sendo prepotente e egoísta.

Um senhor me acusou de desrespeitoso e mal-educado. Motivo? Não quis falar com ele ao telefone. Não o conheço, sabia que ele queria fazer críticas — “construtivas” — ao meu trabalho. Não me interessei em saber quais eram.

Uma colega me conta que sua mãe lhe diz: “Sua amiga de infância esteve aqui e está louca para revê-la. Quando posso marcar o encontro?” Minha colega não tem interesse em saber como está essa pessoa, nem deseja reencontrá-la.

Uma filha atende o telefone e diz ao pai: “Fulano quer falar com você”. O pai responde: “Diga que não estou”. “Mas ele diz que quer muito falar com você.” O pai: “Sim, mas eu não quero falar com ele!”

Afinal de contas, quem está com a razão? Aquele que se sente ofendido por não ser ouvido ou recebido? Ou quem se acha com o direito de só receber as pessoas que lhe interessam? Continue Lendo →

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Respect My Right to Not Want to Interact with You

Just because someone wants our attention, it doesn’t mean we have to give it to them. It’s an arrogant and selfish attitude to insist on an unwanted interaction, even when coming from a place of love.

A man said I was disrespectful and rude. Why did he say such a thing? Because I didn’t want to talk to him over the phone. I don’t know him; all I knew was that he wanted to make “constructive” criticism of my work, but I couldn’t care less about it.

A colleague tells me that her mother said: “Your childhood friend came over and she can’t wait to see you! When can we schedule a meeting?” My colleague has no interest in knowing how this person is, or in meeting her again.

A daughter answers the phone and tells her father, “So-and-so wants to talk to you.” The father answers, “tell him I’m not here.” “But he really wants to talk to you.” The father says, “yes, but I don’t want to talk to him!”

So, who’s right? Is it the person who is offended because they didn’t get the attention they wanted, or is it the one who believes they’re entitled to choose whom they want to meet or listen? Continue Lendo →

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Vaidade, Importância e Utilidade

A reflexão sobre a interferência da vaidade no modo como avaliamos as pessoas e as funções que elas exercem na sociedade merece especial consideração.

No nosso ambiente cultural, as pessoas consideradas importantes são as que conseguem se destacar, chamar a atenção sobre si. O destaque, sabemos, é gerador de um prazer erótico muito valorizado e não são poucas as pessoas que consideram este tipo de conquista como a grande fonte de felicidade. É importante ressaltar que, se isso for verdade, a grande maioria da humanidade está condenada à infelicidade eterna, a arder de inveja e a buscar meios moralmente pouco legítimos para alcançar algum tipo de notoriedade.

O destaque tem muito pouco a ver com a efetiva utilidade daquela dada pessoa na vida em sociedade. Continue Lendo →

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Vanity, Significance and Usefulness

We need to take a look at how vanity interferes with the way we evaluate people and their importance. In our current cultural environment, people who stand out are considered important. Attracting attention, as we know, brings a much-wanted form of erotic pleasure, and many people find it a source of great bliss, although it condemns them, in truth, to unhappiness, the burn of envy and the endless search of notoriety through any possible means. But the fact is that a person’s true social significance is completely unrelated to the level of attention they attract. Continue Lendo →

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Como aceitar as diferenças

Tenho tentado mostrar como nosso relacionamento com as outras pessoas é, na realidade, uma espécie de monólogo no qual esperamos encontrar no outro um espelho de nós mesmos.

Isso só ocorre porque somos inseguros e toleramos mal as diferenças de opinião – que nos deixam em dúvida sobre nossas próprias posições – e nos lembram a condição de solidão, da qual tentamos fugir o tempo todo. Continue Lendo →

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As Várias Faces da Mentira

Há um momento na vida em que, graças ao domínio de mecanismos sofisticados da inteligência, aprendemos a mentir.

Mentimos jogando com as palavras, contendo gestos, assumindo posturas convenientes – e das quais discordamos – para aliviar tensões. Tentamos esconder aquele traço da nossa personalidade Continue Lendo →

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Educar é preparar para a vida

- Superprotegendo os filhos, nós impedimos que eles desenvolvam os meios necessários para se manter sobre as suas próprias pernas.

Um dos filmes mais bonitos e comoventes dos últimos anos, Cinema Paradiso, que ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Foi um grande sucesso de bilheteria em muitos países e também no nosso. Quase todas as pessoas que Continue Lendo →

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Nossas qualidades atraem hostilidade

Crescemos e nos formamos levando em consideração, basicamente, aquilo que ouvimos dos nossos pais e professores.

Por influência deles, somos levados a concluir que é conveniente sermos pessoas boas, esforçadas, trabalhadoras e gentis com os nossos colegas, uma vez que este é o caminho para sermos aceitos e queridos por eles.

Uma das mais desagradáveis surpresas que muitos de nós tiveram ao longo da adolescência reside no fato de que, exatamente por Continue Lendo →

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O amor como meio, não como fim

- É hora de substituir o ideal romântico do amor, que basta em si mesmo (por isso não dura), por uma relação que traga crescimento individual.

Há algo de errado na forma como temos vivido nossas relações amorosas. Isso é fácil de ser constatado, pois temos sofrido muito por amor. Se o que anda bem tem que nos fazer felizes, o sofrimento só pode significar que estamos numa rota equivocada.
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O erro de educar ensinando amor incondicional

É fácil compreender as razões pelas quais quase todos nós nos perdemos como educadores. As descobertas da psicanálise acerca da importância dos primeiros anos de vida nos deixaram com muito medo de provocar traumas irreparáveis em nossos filhos. Preferimos, então, errar por falta de rigor do que por excesso de rigor. Para não “traumatizarmos” as crianças, passamos a temer até mesmo decepcioná-las e frustrá-las, coisa que elas percebem como fraqueza e tratam de abusar de nossa insegurança. Continue Lendo →

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Quando falar é agredir

Há opiniões discrepantes em relação às pessoas que são muito cuidadosas e delicadas quando expressam seu ponto de vista, especialmente sobre temas polêmicos. Alguns as julgam falsas e hipócritas, pois escolhem as palavras com o intuito de agradar o interlocutor. Resultado: desconfia-se de sua sinceridade.

Outros, porém, pensam de forma diferente. Acham que são espíritos mais atentos, preocupados em não ser invasivos e grosseiros. Tomam cuidado, sim, porque não gostariam, em hipótese alguma, de magoar a pessoa com a qual estão conversando. Continue Lendo →

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Quando os parentes invadem nossa intimidade

- “Família é pra essas coisas” é um tema perigoso, pois permite que nossa privacidade seja devassada, criando situações embaraçosas e impedindo uma relação mais sadia e madura.

Somos educados para distinguir muito claramente os parentes dos amigos e das pessoas em geral. Desde crianças, aprendemos que a família é composta por criaturas sui generis que terão conosco um nível de relacionamento especial, governado por um código próprio, diferente daquele que empregamos no trato com estranhos. Com esses últimos, temos um relacionamento cordial e mais formal, respeitoso e que pressupõe reciprocidade nas atitudes. Por isso, nos ofendemos rapidamente quando somos invadidos em nossa privacidade. Continue Lendo →

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Ter ou Não Ter Filhos?

É incrível, mas até hoje os casais que decidem não ter filhos são olhados com desconfiança, como se estivessem traindo a sociedade e a espécie humana. O argumento que sustenta as críticas – e atinge principalmente a mulher – é o da necessidade de satisfação do instinto materno: “só mesmo uma mulher muito desalmada não tenderia a exercer seus impulsos naturais.” Assim se manifestam as pessoas que seguem os passos de nossos ancestrais, sem nunca refletir sobre o modo como devemos conduzir nossas vidas. Continue Lendo →

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Uma Pessoa Verdadeiramente Forte

A gente costuma ouvir que uma pessoa é forte, que tem gênio forte, quando ela reage com grande violência em situações que a desagradam. Ou seja, a pessoa de temperamento forte só está bem e calma quando tudo acontece exatamente de acordo com a vontade dela. Nos outros casos, sua reação é explosiva e o estouro costuma provocar o medo nas pessoas que a cercam. Talvez essas pessoas sejam responsáveis por chamar o estourado de forte, porque acabam se submetendo à vontade dele. Ele é forte porque consegue impor sua vontade, quase sempre por conta do medo que as pessoas têm do seu descontrole agressivo e de sua capacidade para fazer escândalo. Continue Lendo →

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Confiar um no outro, essencial para um amor maduro

- Amar implica depender, estar na mão da outra pessoa. Por isso, amar alguém que não nos transmite confiança é ser irresponsável para consigo mesmo.

Poucos são os casais que vivem em concórdia, num relacionamento que crie condições para que ambos cresçam emocional e intelectualmente. Mas, porque existem alguns casais que vivem em harmonia, devemos nos empenhar para também fazermos parte dessa minoria privilegiada. Continue Lendo →

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Individualismo não é Egoísmo

Individualismo é uma palavra que provoca polêmicas e mal-entendidos.

Penso que, quando isso acontece, é porque o termo está sendo usado com múltiplos significados, o que desencadeará emoções diferentes de acordo com o modo como cada um o entenda.

Individualismo é palavra que determina juízo negativo quando é usada como sinônimo de egoísmo. Continue Lendo →

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Palestra Sexualidade Sem Fronteiras

8 de agosto de 2013 por Flávio Gikovate | 1 Comentário

Embora no século XX o surgimento da psicanálise e a revolução sexual tenham contribuído para aumentar as discussões em torno da sexualidade, poucos avanços ocorreram de fato nesse campo da existência humana.

Preocupados com o desempenho; o número de relações sexuais por semana; a quantidade de orgasmos; a competência; a exuberância; homens e mulheres se perderam.

Regras, dicas e normas se acumulam sem que percebamos que liberdade e obrigação definitivamente não combinam quando o assunto é sexo.

No livro Sexualidade sem fronteiras, lançamento da MG Editores, Flávio Gikovate propõe um novo paradigma no que se refere à sexualidade.

O primeiro passo é entender que o caráter lúdico do erotismo desvincula o sexo do compromisso social. É o clima lúdico que deve prevalecer nas relações sexuais.

Cada um de nós deve escolher e vivenciar os tipos de carícia — consentida — que mais lhe agradarem; cada um de nós deve ser livre para (re)direcionar nossos interesses eróticos da forma como bem nos aprouver.

Só assim os rótulos se tornarão descabidos e desnecessários, e em vez de falarmos em hétero, homo, bissexualidade etc. falaremos em sexualidade — e sem fronteiras.

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Ser, Ter, Parecer, Aparecer

Em 1976, Erich Fromm publicou um livro cujo título, “Ter ou Ser”, indicava que estava em curso uma mudança fundamental. As alterações nos valores culturais acompanham, em geral com certo atraso, as que acontecem no plano dos avanços da tecnologia – especialmente quando eles estão diretamente ligados ao cotidiano da maioria dos cidadãos. Nosso “habitat” vem mudando drasticamente principalmente a partir da II Grande Guerra. Nós, humanos, interferimos continuadamente sobre o ambiente que nos cerca; depois temos que nos adaptar às mudanças que nós mesmos provocamos. Por vezes, levamos um susto com o que nos acontece, como se não fôssemos nós os causadores de tudo! Continue Lendo →

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Hábitos, Compulsões e Vícios

Falta muito para que possamos dizer que conhecemos os detalhes do funcionamento do psiquismo humano. O que é fato é que uma boa parte das nossas ações parecem governadas por um “piloto automático”: em muitos casos, agimos de forma automática; e reagimos a determinadas situações sem que necessitemos pensar acerca do que fazer.

Os movimentos que fazemos ao dirigir o carro são todos sincronizados e não exigem reflexão, assim como as reações que temos diante de um problema inesperado no meio do percurso que estamos realizando. Muitas vezes só nos conscientizamos de algo depois do ocorrido, como se, diante do susto, o piloto automático tivesse se desligado! Fazemos o mesmo ao escovar os dentes, ao nos movimentarmos durante o banho, Continue Lendo →

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O consumismo da elite é desespero – Revista Época Negócios

“O consumismo da elite é desespero”

O psiquiatra Flávio Gikovate fala sobre as angústias da elite que frequenta seu consultório e o estresse do mundo moderno


9 mil pacientes atendidos, 1 milhão de livros vendidos e programa na cbn (Foto: João Mantovani)

Flávio Gikovate não tem um divã. Quando um paciente chega ao consultório dele, num dos endereços mais caros de São Paulo (a Rua Estados Unidos, nos Jardins), encontra primeiro uma fachada de cimento queimado com portas altas de correr. Depois, pode tomar café na recepção térrea, entre um jardim interno envidraçado e telas coloridas de Claudio Tozzi. Na hora da consulta, sobe por uma escada sem paredes laterais até a sala do psiquiatra e se senta: ou num sofá, ou numa poltrona bem confortável de couro preto. Mas divã, como no nome de seu programa semanal na rádio CBN (No Divã do Gikovate), não tem. “Sempre trabalhei assim, prefiro olho no olho”, diz. Talvez seja o olho no olho, talvez seja o método da “psicoterapia breve” e a promessa de alta em seis meses – que faz com que ele atenda 200 pacientes por ano. Fato é que Gikovate se tornou o confidente de alguns dos empresários e executivos mais bem-sucedidos do país. Nesta conversa, ele fala sobre a gastança dos brasileiros ricos, a cabeça do bom líder e outros temas atuais, mas de um ponto de vista diferente. Ou você já tinha ouvido que a culpa do consumismo é da pílula anticoncepcional?

Dinheiro anda comprando mais felicidade ou infelicidade?
Esses dias Continue Lendo →

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A Inveja nas Relações Íntimas

Ninguém gosta muito de pensar que possa sentir inveja, muito menos de alguém que lhe seja bem próximo. Porém, a realidade nos ensina exatamente o inverso: o sentimento ocorre mais frequentemente entre os que têm convívio íntimo.

A inveja deriva da nossa tendência a nos compararmos: nos sentimos diminuídos, humilhados, quando alguém tem algo a mais que nós. Ela costuma ser mais intensa quando consideramos que o outro não deveria ter mais, pois é da mesma faixa etária, da mesma origem social… Continue Lendo →

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Solidão também é bom

O pavor da solidão é algo presente em muitos de nós por razões que nem sempre são muito consistentes. Em primeiro lugar, ela costuma estar associada à dor que sentimos nos primeiros tempos depois de uma separação amorosa. É claro que nos habituamos ao aconchego que deriva de uma união, mesmo que problemática.

A dor derivada da ruptura não corresponde à solidão e sim a uma tristeza que deriva da transição de uma condição para a outra. A solidão corresponde ao estágio posterior, ou seja, ao modo como vivemos depois de ultrapassar Continue Lendo →

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Muitos homens têm medo de mulheres fortes

A grande maioria dos homens só se sente confortável ao lado de uma mulher que eles consideram mais fracas – ou menos – do que eles. Os critérios para esta avaliação são subjetivos e dependem da hierarquia de cada um.

A maioria gosta de ter controle financeiro sobre as suas mulheres, condição na qual sentem menos medo de serem abandonados. Muitos gostam de se sentir mais inteligentes, Continue Lendo →

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Como definir maturidade emocional?

Penso que a maturidade emocional se caracteriza pelo atingimento de um estado evolutivo no qual nos tornamos mais competentes para lidar com as dificuldades da vida e por isso mesmo com maior disponibilidade para usufruir de seus aspectos lúdicos e agradáveis.

Talvez a principal característica da pessoa madura esteja relacionada com o desenvolvimento de uma boa tolerância às inevitáveis frustrações e contrariedades a que todos nós estamos sujeitos. Tolerar bem frustrações não significa não sofrer com elas e muito menos não tratar de evitá-las. A boa tolerância às dores da vida implica certa docilidade, capacidade de absorver os golpes e mais ou menos rapidamente se livrar da tristeza ou ressentimento que possa ter sido causado por aquilo que nos contrariou. Continue Lendo →

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Fatores que dificultam as mudanças

Mudar é difícil porque requer enorme energia positiva para que uma pessoa consiga avançar na direção de seus sonhos. Isso em função dela encontrar um fortíssimo “vento” contrário, constituído por inúmeros fatores que tendem a contribuir para a inércia. O primeiro deles é o medo de qualquer novidade, uma vez que num terreno desconhecido sempre estamos sujeitos a sofrimento.  O segundo fator, nada desprezível, é a culpa, uma vez que as mudanças que interferem na forma como a pessoa interage sempre poderá suprimir algum benefício – indevido – usufruído pelo que irá reclamar e se lamentar. O terceiro é a impaciência e o imediatismo: é essencial entender que o caminho das mudanças é longo, rico em obstáculos e atalhos que não levam a parte alguma Continue Lendo →

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Por que os cafajestes são tão atraentes?

Os malandrões e conquistadores ousados, os que chegam dizendo-se apaixonados e prometendo mundos e fundos, despertam o entusiasmo erótico com uma facilidade incrivelmente maior do que os homens mais recatados, sutis e educados. Estes morrem de inveja dos sedutores porque não conseguem agir da forma mentirosa e invasiva com que eles abordam suas “presas”. Os melhores invejam os piores – um paradoxo que deriva do sucesso deles nesta área tão relevante! Continue Lendo →

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Why Are Bad Boys so Attractive?

Bad boys, those daring womanizers who easily proclaim their love and promise the moon, tend to be very sexually attractive to women, much more so than reticent, polite and subtle men. The latter are jealous of these seductive men because they are unable to act with the same persistence and disregard for truth, which seems to be a philanderer’s main approach. Continue Lendo →

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Good Men Are More Afraid of Love

The main reason why good people (people who are more generous, genuine, laid-back and unable to say NO to others) are more afraid of falling in love than takers (people more prone to selfishness, less genuine, unable to handle frustration, aggressive and solely devoted to their self-interest) is that the former are capable of truly loving, while the latter just really enjoy being loved. The fear of diving headfirst into this feeling is larger for those who are more fascinated and attracted to it. It is the fear, among others, of “diluting” ourselves into another person and losing our identity. Continue Lendo →

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Os homens legais têm mais medo do amor

A primeira e principal razão pela qual as pessoas legais (mais para generosas, honestas, dóceis e com dificuldade de dizer NÃO) têm mais medo do amor do que as folgadas (mais para egoístas, menos sinceras, intolerantes a frustrações, agressivas e que defendem bem seus interesses) deriva do fato de que as primeiras amam de verdade enquanto que as últimas gostam mesmo é de ser amadas. O medo de mergulhar para valer no mundo deste sentimento é maior justamente nos que são mais fascinados e atraídos por ele. Trata-se do medo, entre outros, de se “diluir” no outro e perder a individualidade. Continue Lendo →

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Todo mundo tem um lado bom?

Ao refletir mais vagarosamente sobre algumas frases de uso corrente, não é raro que nos deparemos com textos que parecem estar, mais que tudo, a serviço de nos provocar enganos. Uma dessas frases é a que dá título a esse texto. A ideia de que, no fundo, aquelas pessoas um tanto cruéis e agressivas tenham um “coração de ouro” que, vez por outra, se manifesta sempre me indignou. Penso que o que acontece no fundo das pessoas é muito relevante. Porém, mais relevante ainda é o comportamento delas no dia a dia. Continue Lendo →

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Does Everyone Have a Good Side?

Upon deeper reflection on some popular adages, we often realize some of them just do not hold up and seem to exist solely to lead us to error; one of them is in the title. I have always been outraged by the concept that, deep down, aggressive and cruel people have a “heart of gold,” one that is rarely seen. I think that what happens deep down in these people is very important, but their day-to-day behavior matters even more. Continue Lendo →

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Individualism is not Selfishness

Individualism is a word that can generate controversy and misunderstandings.

When it happens, I believe it is because the word has several meanings and evokes different emotions for different people, according to their understanding of it.

Individualism has a negative connotation when used as a synonym for selfishness and also when it’s used to describe a person who is unable to commit to a romantic relationship or to relate to other people in society. Continue Lendo →

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Love as a Means, Not an End

It’s time to trade the romantic ideal of love, in which just being in love is enough (the very reason why it won’t last), for the kind of relationship that promotes individual growth.

Clearly, there is something wrong with the way we’ve been having romantic relationships; after all, people suffer so much for love. If love is supposed to make us happy, suffering can only mean we’re in the wrong path. Continue Lendo →

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How to Accept Differences

I have been trying to show through my work how our relationships can actually to be somewhat of a monologue through which we are attempting to find a mirror of ourselves.

That behavior is due to our insecurities and unwillingness to accept differences in opinion, which make us doubt our own assumptions, and remind us of our inherent solitude, which we are always trying to escape. Continue Lendo →

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Desire and Interdiction

Desire can be defined as a kind of “tension” that impels a person in the direction of something or somebody, the most common kind being of sexual nature. Intellectual curiosity is another kind of desire, one that drives children, from their earliest days, to try to understand how everything surrounding them works. Our bodies have needs, which differ from desire – an unfulfilled need will cause death; an unfulfilled desire, only frustration. Needs, such as food, clothing, drink, etc., can blend with desires. Eating is a need; eating chocolate, a desire. Clothes are a need; that special shirt is a desire. Continue Lendo →

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O machismo é o maior inimigo do homem

A tese da superioridade masculina esteve em vigor ao longo dos séculos e só passou a enfrentar resistência feroz e crescente a partir do século XX.

Além de fisicamente mais fortes, os homens sempre se acharam mais inteligentes, criativos e portadores de maior bom senso. Isso lhes dava o direito de mando sobre toda a família. Continue Lendo →

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Trust in Each Other is Essential to a Mature Relationship

Love implies dependence, being vulnerable. So, loving someone we don’t trust is being reckless with ourselves.

Very few couples live well together and have a relationship conducive to emotional and intellectual growth. But exactly because some couples do live happily together, we should do our best to be a part of this exclusive club. Continue Lendo →

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O Homem Sexualmente Livre

Numa avaliação inicial, pode parecer que o homem livre é aquele que mantém intimidades eróticas com todas as mulheres possíveis, que não se sente comprometido com nenhuma delas e que busca o sexo no maior número de circunstâncias possíveis. Penso que este é o típico escravo do machismo, o que não tem nem uma gota de liberdade. Continue Lendo →

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The Many Faces of Lies

At some point of our early lives, the complex workings of our brain learn how to lie.

To keep our lives running smoothly, we lie through wordplay, by holding back a gesture or behaving in ways that might be acceptable in a given situation, yet are against our beliefs. We attempt to hide personality traits we dislike by hiding our true selves. Continue Lendo →

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Our Qualities Attract Hostility

We grow and form our personal convictions based, mostly, on what we hear from our parents and teachers. Because of them, we are led to believe that if we are decent, kind, steadfast and hardworking, other people will like and accept us.

One of the most unpleasant surprises we get as teenagers is when we learn that these qualities actually attract hostility more often than love. It does, however, seem logical that being virtuous will make people love us, so most of us work hard to get there. Continue Lendo →

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O que caracteriza a paixão?

26 de fevereiro de 2015 por Flávio Gikovate | 0 comentários

Deve haver um certo rigor no uso da palavra paixão, que não está relacionada ao erotismo, mas ao romantismo.

A paixão é um sentimento amoroso forte e intenso, mas que também causa medo, o responsável pela ansiedade.

“O coração não bate por amor, bate por medo…”

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Afinidades no casal são mesmo essenciais?

A questão das diferenças ou afinidades de temperamento, caráter, gostos e interesses nos casais é de enorme relevância nos dias que correm. Não foi sempre assim. Aliás, há cerca de 100 anos, Freud (“Uma Introdução ao Narcisismo”) defendia a ideia de que o ideal eram elos complementares, em que um possuísse as propriedades inexistentes no outro; isso implicaria um fortalecimento do casal como um todo, criando condições ótimas para o melhor enfrentamento das adversidades da vida prática. Hoje falamos em “almas gêmeas”; antes se falava em “a tampa e a panela”. Por que tivemos que rever racionalmente esses critérios? Continue Lendo →

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Just How Important is Compatibility in a Relationship?

Compatibilities in temperament, character, taste and interests in a relationship are a very relevant issue these days, but it was not always so. About a century ago, Freud, in “On Narcissism – An Introduction,” claimed that the ideal was a complementary couple, in which each had qualities the other lacked; this would make the couple stronger and give them better conditions to face life’s adversities. These days, we talk about soul mates; before, we used to say, “Opposites attract.” Why did we rethink these concepts? Continue Lendo →

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Solidão também pode ser bom

5 de março de 2015 por Flávio Gikovate | 0 comentários

As pessoas subestimam o lado bom da solidão. Ela não deve ser entendida apenas como a dor da transição após a ruptura amorosa que causa a sensação de incompletude.

Aprender a lidar com esse desconforto poderá fazer com que sejam encontrados outros caminhos, de acordo com cada temperamento, para se sentirem bem sozinhas.

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What Is Emotional Maturity?

I believe a person is emotionally mature when they reach a point in which they are better at handling life’s troubles and, therefore, have more time to enjoy its pleasant and recreational aspects.

Perhaps the main trait of a mature person is their tolerance to the inevitable frustrations and setbacks that happen to us all. Tolerating frustration well does not mean it doesn’t cause suffering, or even not doing our best to avoid it. A high tolerance to life’s pain requires docility; an ability to absorb blows as quickly as possible, to be free of sadness or resentment over the event. Continue Lendo →

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The discourse of romantic separation

One of the most common feelings after a breakup is of curiosity about the other’s fate. Even the one who actually initiated the breakup will do all they can to know how their ex-partner is faring. Seldom does this interest come from genuine empathy, though. More often than not, it comes from an ambivalence that reminds me of a seesaw. On the one hand, seeing someone so close to us suffer makes us sad; on the other, it’s good for our vanity. Continue Lendo →

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A Few Predictions for 2030

Making predictions is always difficult and risky; after all, unexpected technological advances can alter our world and we, interactive creatures that we are, will adapt to it. However, I feel like most of the advances that affected our quality of life already happened in the past 25 years. Of course, there have been improvements in technology; we can now easily access the Internet from our cell phones, for instance and we might yet see other developments; but the main changes have already happened. Continue Lendo →

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Algumas previsões para 2030

Fazer previsões é sempre difícil e perigoso; isso porque avanços tecnológicos inesperados podem alterar nosso habitat e nós, seres interativos, teremos que nos adaptar a isso. Porém, minha impressão é a de que os maiores avanços qualitativos foram feitos ao longo dos últimos 25 anos; de lá para cá temos visto aprimoramentos, facilitação do uso da internet em celulares e talvez ainda vejamos alguns outros. Continue Lendo →

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Para melhor conhecer as pessoas

A primeira condição para conseguirmos conhecer melhor as pessoas diz respeito a tratarmos de evitar o erro usual de buscarmos avaliá-las tomando por base a nós mesmos. Ou seja, um erro grave é o de pensar assim: “eu no lugar dela faria isso ou aquilo”; a verdade é que eu não sou ela e a forma de ser e de pensar não acompanha obrigatoriamente a nossa. Temos de nos afastar da nossa maneira de pensar e tentar, com objetividade, entender como funciona o psiquismo de quem queremos conhecer. Continue Lendo →

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How to Understand People Better

To understand how people truly are, you first must avoid the mistake of assessing them taking ourselves as a frame of reference. It’s a huge mistake to think, “In her place, I’d act in this way or that.” The truth is, you’re not her and the way each of you are and think are not necessarily the same. We have to keep away from this course of thought and be objective when trying to understand someone else’s psyche. Continue Lendo →

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When Words Are an Act of Aggression

There are differing opinions about people who express their point of view in a careful and gentle manner, especially when the subject is controversial. Some will say these people are fakes and hypocrites, because they choose their words to please other people; as a result, their honesty is doubted.

Others, however, don’t agree with this assessment. They believe that these people are just more attentive and shy away from intrusiveness and asperity. Yes, they are careful with their choice of words, because they wouldn’t ever want to hurt other people. Continue Lendo →

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A Truly Strong Person

We often hear that strong-willed people, who react forcefully when displeased, are strong. However, strong-willed people are only calm and peaceful when everything goes according to their wishes. At any other time, they react explosively and their outbursts can be scary; maybe those who are afraid of them are the ones responsible for calling out-of-control people strong, because they always submit to their will. Headstrong people are considered strong mainly because they impose their will on others, usually through fear of their anger and their ability to create drama. Continue Lendo →

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